CARTAS DE AGRADECIMENTO – 26-10-2016

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Eu fui uma adolescente rebelde e uma jovem revoltada. Minha vó e minha mãe sempre frequentadoras das novenas,me convidaram para vir, mas eu sempre arrogante, prepotente, desobediente, nunca vim. Eu dizia NÃO, apenas para vê-las tristes. Ser contra tudo era um prazer para mim, ser desobediente, enfrentar, criticar, tudo isso me fazia pensar que eu era forte e independente. Hoje estou com 20 anos. No final de 2015 minha mãe foi diagnosticada com câncer. Foi meu primeiro desespero. Eu comecei minha mudança ali, percebendo a dor de minha mãe e a fragilidade da vida. Durante o tratamento ela perdeu todo o cabelo, emagreceu. Eu ia com ela até o hospital e lá eu conheci dezenas de pessoas sofrendo com a doença. Aquilo mexeu demais comigo. Mas uma coisa me impressionou demais: todas as vezes que a gente saía da sessão de quimioterapia minha mãe pedia pra eu passar com ela no santuário. Ela nunca pedia nada. Apenas agradecia por mais um dia de vida. Ela estava fraca, debilitada, mas parece que dentro do santuário ela encontrava forças para enfrentar tudo aquilo. Hoje ela está curada. Seus cabelos nasceram novamente e ela continua sua vida normalmente. Eu escrevo esta carta para testemunhar que fui curada também, da minha pequenez de espírito, da minha arrogância e autossuficiência. Estou frequentando as novenas todas as quartas e as missas do santíssimo todas as quintas. Minha vida mudou, graças a Deus e a nossa Senhora.

Hoje sou uma devota eternamente agradecida.

 

Venho por meio desta carta, agradecer pelas interseções e bênçãos de Nossa senhora do Perpétuo Socorro em minha vida. Frequento a novena desde 2007, eu era uma pessoa descrente e acreditava em Deus, porém, não tinha uma relação de fé com Ele e Nossa Senhora. Até que um anjo apareceu em minha vida e me mostrou o caminho do Santuário e das novenas. Colocando a novena no meu cotidiano, já fui agraciada com muitas graças, desde minha casa própria, minha independência financeira, um milagre de minha cura de um lipoma em meu estômago, além das graças na minha vida profissional. Sou muito grata, por ter Deus e nossa Mãezinha em minha vida, hoje sou uma pessoa que tenta levar um pouco da minha fé a todos que se aproximam de mim, sempre procuro acreditar ao invés de me desesperar. Então agradeço de uma forma geral por aprender a ser grata e celebrar a vida, pois quando temos fé, conseguimos ver a vida com outros olhos.

 

De uma devota, eternamente agradecida.

Venho por meio desta carta, agradecer por mais uma graça concedida através da intercessão de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Há um tempo atrás  estava infeliz no meu serviço. Já tinha feito várias novenas e sempre pedindo a minha Mãezinha para que eu conseguisse outro ou então que melhorassem as coisas no meu antigo serviço.   Foi então que veio a notícia que eu tinha sido despedido, então com muita fé comecei a pedir que minha Mãezinha me abençoasse para que eu conseguisse outro emprego que tanto queria. Confiei e esperei o tempo de Deus, quando um amigo meu me ligou indicando-me para uma vaga na área que tanto desejava. Antes de ir para entrevista, vim a novena e pedi com muita fé que se fosse da vontade de Deus, a vaga seria minha. Então, fiz a entrevista e no dia seguinte conversei com a proprietária do estabelecimento. Hoje, estou muito feliz por ter conseguido essa vaga que tanto queria e espero que a Mãezinha do Perpétuo Socorro juntamente com Deus, continue sempre a me abençoar.

De um devoto, eternamente agradecido.

Venho por meio desta carta, agradecer a intercessão de nossa Senhora do Perpétuo Socorro por uma graça recebida. No dia 17 de dezembro 2011, tive um AVC hemorrágico e fiquei com meu lado direito paralisado, ficando 2 meses na cadeira de rodas, sem poder me alimentar ou tomar banho sozinho. Enquanto eu enfrentava as sequelas do AVC, minha mãe assistia a novena e benzia a água que eu tomava com os remédios. Através da sua fé, hoje estou falando, andando e me sinto curado e agradecido a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

De um devoto, eternamente agradecido.