Maria, nossa doce esperança!

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 Santo Afonso é um grande cantador das Glórias de Maria e, por isso, a coloca como exemplo de seguimento a Jesus Cristo. Não à toa, ela nos é apresentada com grande importância e destaque na Espiritualidade Redentorista. Ela é caminho seguro que nos leva ao Salvador e à Salvação. Com efeito, sem Maria não atingiremos plenamente o coração do nosso Deus, visto que lhe fora dado merecimentos de intercessora. Que sorte temos! Haverá perdição a quem a ela se confiar nos momentos de grande solidão e dificuldades? Afonso nos garante que não: “A poderosa intercessão de Maria é certeza de que a súplica feita, em Maria, tem garantia de resposta!” (As Glórias de Maria, p. 76). Escolhida para ser a Mãe do Redentor, Maria se torna a Mãe da Humanidade. O menino Deus aprendeu dela o nosso jeito de ser humano. Ele, por sua vez, aprendendo a ser humano, nos revelou os segredos da divindade e nos mostrou que somos capazes de santidade. Maria deve ser seguida como exemplo: Ela foi a mãe que acompanhou Jesus em todos os momentos, desde o nascimento até a cruz entre os ladrões. Seu SIM aconteceu desde a encarnação, passando pelo Calvário e se estendendo até os nossos dias. Ela sentiu as dores de seu Filho no coração, mas não o abandonou em nenhum instante. A intercessora de Jesus, aos pés da cruz, nos recebe como seus filhos (Jo 19, 25-27). Desse modo, ela se torna, também, a nossa intercessora e medianeira. Acolhamos Maria, nossa mãe, como modelo e exemplo de vida e ela nos ajudará a alcançarmos as graças que nos são necessárias para a nossa Salvação.

Pe. Lucas Emanuel, CSsR